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Oferta ditando regra sobre a demanda.
As estatísticas de abril se atingiram os objetivos das projeções para o mês. Mas e para maio, um dos meses marcados pelo fim da “safra do boi”?
Oferta maior leva a queda nos preços, mas nada trágico.
A estratégia do Brasil para acessar novos mercados diante adversidades possíveis em outras nações e a posição da ABIEC na divulgação da carne brasileira e na negociação com países na mira.
Em momentos de euforia e extremo otimismo, quem aproveita para fazer essas travas nesse ambiente, além de conseguir condições melhores, ainda bebe água limpa.
A oferta enxuta sustentou os preços do boi gordo, enquanto frigoríficos pagaram acima da referência em casos pontuais e o escoamento da carne bovina no mercado interno seguiu lento.
A queda nos preços do boi gordo, observada entre dezembro e janeiro na região, deu lugar a um movimento de alta na primeira semana de fevereiro.
Após alta observada no final de 2025, janeiro encerra sua penúltima semana com estabilidade nos preços na região.
A oferta de bovinos para abate ainda supre a demanda dos frigoríficos, mas com menor folga em relação aos dias anteriores, com a ponta vendedora mais retraída.
A oferta de bovinos para abate ainda supria a demanda dos frigoríficos, mas com menor folga em relação aos dias anteriores, com a ponta vendedora mais retraída.
O mercado do boi gordo segue marcado pela volatilidade, mas com fundamentos positivos para o segundo semestre.
Demanda externa aquecida e retomada de ânimo para o consumo doméstico devem colaborar com sustentação aos preços do boi gordo em São Paulo.
Preços do boi gordo seguem firmes, amparados pela boa exportação de carne.
Preços do boi gordo seguem firmes, sustentados pelas exportações de carne, enquanto o clima permanece como ponto de atenção.
Comportamento da cotação da arroba do boi gordo nos últimos 30 dias. A queda da cotação do boi gordo foi generalizada.
Cada vez mais produtores têm buscado se proteger da volatilidade e se posicionar de forma mais estratégica frente ao mercado.
A oferta de gado está firme. Somado a isso, o escoamento de carne bovina no mercado interno sinaliza piora, em decorrência do final do mês. Dessa forma houve queda de R$2,00/@ tanto para o boi comum quanto para o “boi China”. Para as fêmeas, os preços se mantiveram estáveis.
A oferta de gado esteve firme. Somado a isso, o escoamento de carne bovina no mercado interno sinalizou piora, em decorrência do final do mês. Dessa forma, houve queda de R$2,00/@ tanto para o boi comum quanto para o “boi China”. Para as fêmeas, os preços se mantiveram estáveis.
A ponta compradora havia reduzido os negócios. Nesse contexto, a oferta foi suficiente para atender à demanda sem excedentes, o que garantiu estabilidade nos preços na comparação diária.
A oferta de gado está menor. Somado a isso, o escoamento de carne bovina sinaliza melhora, em decorrência do início do mês, e tem estimulado novos negócios. Dessa forma, alta de R$3,00/@, tanto para o boi comum, quanto para o “boi China”. Para fêmeas, alta de R$2,00/@.
A oferta de gado esteve menor. Somado a isso, o escoamento de carne bovina sinalizou melhora, em decorrência do início do mês, e estimulou novos negócios. Dessa forma, houve alta de R$3,00/@, tanto para o boi comum quanto para o “boi China”. Para as fêmeas, a alta foi de R$2,00/@.
A retração nos preços do boi gordo tem levado recriadores e invernistas a postergarem as compras, resultando em recuos nas cotações de todas as categorias ao longo da semana.
O aumento da oferta de bovinos continuou de forma satisfatória. Nesse sentido, compradores ofertaram menos e fizeram negócios.
Há pressão sobre as cotações, vinda de um mercado interno menos comprador e, consequentemente, de um escoamento de carne lento. As ofertas de bovinos estão maiores, o que tem contribuído para alongar as escalas de abate. Desta forma, a cotação do boi gordo, da novilha e do "boi China" caiu R$2,00/@. O preço da vaca não se alterou.
Houve pressão sobre as cotações, vinda de um mercado interno menos comprador e consequentemente de um escoamento de carne lento. As ofertas de bovinos estiveram maiores, o que contribuiu para alongar as escalas de abate. Desta forma, a cotação do boi gordo, da novilha e do "boi China" caiu R$2,00/@. O preço da vaca não se alterou.
O mercado do boi gordo encerra abril com pressão de baixa em São Paulo, principal praça de referência do país. O mês foi marcado por uma virada: enquanto o início trouxe cotações firmes, a segunda quinzena mostrou recuo nos preços devido ao aumento da oferta e estoques elevados nos frigoríficos.
Com o desempenho da venda de carnes aquém do esperado durante o feriado e aumento na oferta de bovinos, os compradores ficaram menos dispostos a pagar mais pela arroba. Além disso, alguns se retraíram do mercado e aguardam novas movimentações.
Entrevista com o médico-veterinário, Sérgio Soriano
AgroMais
Boi gordo encerra maio com mercado dando sinais de sustentação
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